quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Teste para saber se você é compulsivo

Faça o teste para saber se você é um gastador compulsivo e se precisa mudar seu comportamento diante das dívidas!


1. Suas dívidas estão interferindo na harmonia familiar? Sim
Não
2. A pressão dos credores lhe rouba a atenção no trabalho? Sim
Não
3. Sua reputação está sendo afetada pelas dívidas? Sim
Não
4. As dívidas abalam sua auto-estima e o fazem sentir-se inferior?
Sim
Não
5. Você já deu informações falsas para obter crédito?
Sim
Não
6. Já fez promessas irrealistas a seus credores?
Sim
Não
7. Suas dívidas fazem com que você descuide do bem-estar material da família? Sim
Não
8. Teme que seu empregador, família ou amigos descubram até que ponto você está endividado?
Sim
Não
9. Quando você depara com uma situação financeira difícil, a possibilidade de um empréstimo lhe dá uma enorme sensação de alívio?
Sim
Não
10. A pressão causada pelas dívidas tira-lhe o sono à noite?
Sim
Não
11. Já pensou em se embriagar para esquecer momentaneamente as dívidas?
Sim
Não
12. Já pegou dinheiro emprestado sem analisar adequadamente a taxa de juros que teria de pagar?
Sim
Não
13. Você normalmente espera uma resposta negativa quando é submetido a uma análise de crédito?
Sim
Não
14. Já elaborou um plano para pagar as dívidas e, depois, sob pressão, acabou não o seguindo?
Sim
Não
15. Você justifica suas dívidas dizendo a si mesmo que é superior às outras pessoas e que, quando chegar "sua vez", liquidará as pendências de um dia para outro?
Sim
Não
Resultado
Conclusão: Se você respondeu sim a oito ou mais questões, tudo indica que tem um problema de consumo compulsivo

Uma pesquisa mostra que a família brasileira está gastando mais dinheiro com roupa do que com educação. E quem faz subir esses números são as mulheres, que não resistem à tentação de uma bela vitrine.

. Faça o teste: você é consumista?


“Toda semana eu quero uma roupa nova”, reconhece Talita. “Se tem liquidações, eu vou comprando e me perco. Não sei a quantidade que eu compro por semana de roupas”, admite Lizete.

Como controlar o impulso de uma mulher quando ela está em uma loja de roupas? Júlia revela que já conseguiu comprar 29 peças de uma só vez em um mesmo lugar por puro impulso.


Detalhe: Júlia é modelo e não tem uma renda fixa. Ela dividiu as compras em cinco vezes, mas não sabe se vai ter dinheiro daqui a cinco meses para pagar as prestações. A modelo comprou na semana passada, e já tem peça que é forte candidata ao esquecimento.

Júlia, Talita e Lizete se descontrolam diante de uma vitrine, mas elas não estão sozinhas. Segundo pesquisa da Federação do Comércio (Fecomércio), a família brasileira está gastando mais com vestuário do que com educação: 6% da renda vão para roupas, e 4%, para o ensino.

E são as mulheres as grandes responsáveis por esse gasto. As mulheres do Sul saem na frente. Elas gastam, em média, R$ 48 por mês. “Eu acho que eu devo ter comprado umas quatro ou cinco peças de roupa no mês passado”, diz Liziane.


As mais controladas são as nordestinas, que gastam R$ 31 por mês. “A gente tem que ter bastante cuidado, porque tem outros compromissos, mas eu gasto 20%, mais ou menos, do meu salário com roupa e sapato”.


No interior de São Paulo, para não se perder no meio de tanta roupa, Talita apelou para a tecnologia. Ela fotografou todas suas peças e um programa que funciona no seu celular ajuda a fazer as combinações. “Eu tenho cadastradas por volta de umas 130 roupas e uns 20 calçados. Então, a gente procura e monta o look. Chega em casa, já pega ele, toma um banho e coloca e sai”.


Para Lizete, não é tão simples assim. Ela mora em uma casa com dois quartos e são todos bem servidos de guarda-roupa. Em um deles, ela tem sete portas de armário e sete gavetas grandes. No outro quarto, ela tem mais dez portas de armário e mais dez gavetas.

Dentro do armário, ela tem quatro blusas praticamente iguais, só o que muda é a cor. Ela reconhece que comprou as blusas há quatro meses e não usou nenhuma delas.

Há muito tempo com a conta no vermelho, Joana radicalizou. Fez uma promessa de ficar um ano sem comprar nada. E criou um blog para dividir o desafio com outras meninas. “Eu sabia que em algum momento eu ia ceder à tentação de comprar alguma coisa e falei: ‘Pelo menos se tiver alguém me vigiando nessa saga junto comigo, eu vou conseguir ir mais longe no meu desafio’ e acabou que eu estou usando coisas que eu não usava antes”, conta.


Lizete precisou da ajuda de uma especialista. Depois do susto com o guarda-roupa, a consultora de moda Mirela Lacerda dá dicas para que Lizete nunca mais diga a seguinte frase: “Estou sem roupa, nenhuma roupa me agrada”.

Segundo a especialista, quando a mulher chegar na loja deve sempre experimentar a roupa. “Isso é o primeiro erro, porque, às vezes, a gente vê a peça na vitrine, mas chega em casa e não fica bem”, aponta.

Para evitar o impulso a dica é se planejar para comprar. “Evite ir ao shopping no sábado, que é um dia cheio, de lojas cheias. Tem que realmente comprar de acordo com o que você vai usar para não estar desperdiçando dinheiro, e hoje em dia não dá para estar fazendo isso”, afirma Lizete.


G 1

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Poupar é mais difícil que gastar



     Rasgar dinheiro, queimar ou jogá-lo ao vento existem muitas formas fáceis de se fazer isso, porém conseguir aplicar o dinheiro de maneira planejada e consciente se tornou algo muito difícil.                      
     Principalmente nos dias de hoje onde vivemos a sociedade de consumo.   
     Tudo gira em torno de vender, vender e vender e para isso é necessário alguém para comprar, comprar e comprar, como publicitária posso dizer que muitos nem imaginam, existem muito mais coisas entre os céus e a terra do que se pode imaginar, mas existem pessoas que são pagas exclusivamente para pensar em tudo que possa ser possível para convencer-nos a gastar o que temos e o pior o que não temos. Infelizmente perdemos a noção sem perceber e quando vemos estamos com uma montanha de dívidas e uma montoeira de coisas que viveriamos muito bem sem tê-las. Ao criar este blog o objetivo principal é trocar experiências e situações que nos levam a ceder as tentações e alternativas que possam ajudar a superar esta dificuldade em saber administrar os ganhos. Creio que  este problema não seja exclusividade meu, embora  já tenha conseguido bons resultados desde que decidi mudar meu comportamento e a relação que tenho com o dinheiro. Conto com a  participação de quem se identifica ou já passou por isso através de comentários e dicas.
Bjs!